Novo Neuro Balance II

Neuro Balance II

Novo produto

O Neuro balance II é uma fórmula com substâncias sinérgicas que proporcionam um equilíbrio nervoso e dos neurotransmissores (GABA, serotonina, dopamina) produzindo um estado de tranquilidade, de capacidade para enfrentar as situações quotidianas (adaptogénico) e um sono reparador (ondas delta)...

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O Neuro balance II é uma fórmula com substâncias sinérgicas que proporcionam um equilíbrio nervoso e dos neurotransmissores (GABA, serotonina, dopamina) produzindo um estado de tranquilidade, de capacidade para enfrentar as situações quotidianas (adaptogénico) e um sono reparador (ondas delta), facultando um perfeito desenvolvimento pessoal, profissional e social com total bem-estar, prazer e energia para a vida.

Não provoca sonolência, nem afecta as funções cognitivas.

Composição:
Passiflora (Passiflora incarnata) 17,67%; Lúpulo (Humulus lupulus) 8,33%; Griffonia simplicifolia 20% de 5-HTP 8,33%; Tília (Tilia platyphyllos) 8,33%; Rodiola 3% de Rosavinas (Rhodiola rosea) 8,33%; L-Triptofano 8,33%; Cápsula (Gelificante: Gelatina); Agente de volume (Maltodextrina); Ácido gama-aminobutírico (GABA) 4,42%; Antiaglomerante (Estearato de magnésio); Ferro (Fumarato ferroso) 3,39%; Antiaglomerante (Dióxido de silício); Cobre (Sulfato de cobre) 0,2%; Biotina 0,004%.
Toma Diária:
2 comprimidos.
Modo de tomar:
1 cápsula antes do pequeno-almoço e antes do jantar com um copo de água.
Apresentação:
Frasco de 60 cápsulas (Peso líquido 34 grs).

O Neuro Balance contribui para:

  • Contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso (Biotina, Cobre, Ferro *)
  • Contribui para um normal metabolismo produtor de energia e para a redução do cansaço e da fadiga (Biotina, Cobre, Ferro *)
  • Incrementa a memória, concentração e destreza mental
  • Contribui para o transporte normal do oxigénio no organismo (Ferro *)
  • Contribui para a formação normal de glóbulos vermelhos e de hemoglobina (Ferro *)
  • Contribui para o transporte normal do ferro no organismo (Ferro *)
  • Antioxidante (Cobre *)
  • Contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis (Cobre *)

Informação:

O sistema nervoso está dividido em SNC (encéfalo e medula espinal) e pelo sistema nervoso periférico (SNP).

O SNP possui neurónios aferentes (sensitivos) que levam informação para o SNC e neurónios eferentes que enviam a informação do SNC de volta para as diversas partes do corpo. Os neurónios autónomos (eferentes) dividem-se em sistema simpático e parassimpático.

Os neurónios (células do SN) têm um corpo celular que controlam a actividade celular, dendritos que recebem sinais que chegam dos neurónios, e um axónio que transmite sinais elétricos do corpo celular para os terminais axónicos. A região onde o terminal axónico encontra a célula-alvo é denominada sinapse.

As células da glia dão suporte físico e coordenam o crescimento dos neurónios durante o reparo e o desenvolvimento.

As células de Schwann e os oligodendrócitos envolvem os neurónios em bainhas de mielina (Esclerose múltipla - existe uma destruição das bainhas de mielina).

A comunicação entre as células nervosas, são efectuadas através de sinapses eléctricas e químicas em que estas últimas utilizam neurotransmissores. Os neurotransmissores são sintetizados no corpo celular ou no terminal axónio e possuem variadíssimas formas:

  • Neurónios colinérgicos – secretam acetilcolina
  • Neurónios adrenérgicos – secretam noradrelina.

O glutamato, o GABA, a serotonina, a dopamina, a adenosina e o óxido nítrico são os principais neurotransmissores do corpo.

Na vida actual existem determinadas respostas físicas e mentais causadas por estímulos stressantes que levam o ser humano a não superar determinadas exigências do mundo que o rodeia e originam um desgaste físico e mental que poderá atingir níveis irreversíveis.

O stresse pode ser gerado por um estado de ansiedade ou de depressão devido a uma alteração inesperada no estilo de vida (conflitos, doenças) e a determinados ambientes (trabalho, calor, som), conduzindo a um estado de desespero.

Assim, é necessário que o organismo possua a capacidade de reacção face ao agente stressor com uma reacção adaptativa (substâncias adaptogénicas), gerando uma maior resistência orgânica. Se o organismo continuar, permanentemente, exposto a situações desagradáveis, num prazo relativo poderá originar stress oxidativo elevado com o aumento de cortisol (considerada a hormona do stress) e as respectivas consequências no estado de saúde.